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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Êta 2010...

O ano começou faz mais de um mês e eu não consegui escrever um post sequer. É muito difícil escrever quando não se existe o conhecimento suficiente. As palavras não se articulam sem conhecimento. O que acontece é que eu queria começar o falando algo sobre o que eu espero de 2010, mas ainda não consigo dizer exatamente o que espero.

Sei que ainda faltam muitos passos para chegar aonde quero. E, como planejadorinha que sou, quero meu doutorado: Onde? Que projeto? O que estudar? Que caminho seguir? E quero também algumas outras coisas, como por exemplo resolver minha vida com meu amor. Casar quando? Morar onde? E a carreira? São muitos questionamentos.

Fico confusa. Tenho consciência de coisas precisam ser definidas e esse ano isso acontece. Mesmo com tudo embaralhado, uma hora a linha desata, desembola e tudo flui. Energias meio esquisitas andam rodando, querendo que eu me perca. O que me pede concentração constante, foco e um olhar interior, subjetivo. Um olhar que, cada dia é mais difícil, quando mal se tem tempo pra respirar.

Está faltando um clarão, uma luz, um sinal do mundo e da vida. Preciso meditar pra entender qual será meu próximo passo.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Escola da vida


Adorei ver essa plaquinha navegando pela rede. Numa vida com tanto acesso à informação, parece que o que deveria existir mesmo era uma escola da vida. Nem sempre o que se lê é o que se vive, o que se encontra por aí. Imagino nos tempos de antigamente, que as moçoilas se deparavam com um homem, um casamento, com filhos e casa para cuidar sem saber absolutamente nada do que se tratava tudo aquilo. Mas fiquei pensando em como fazer uma escola da vida? Seria uma escola com todas as possibilidades de vida? Mostrar como vivem os miseráveis, como vive a burguesia ou como vive a elite? Que vida seria a mais adequada? Eu não sei qual a melhor alternativa para que se saiba viver absolutamente bem, e pior, para que se ensine isso. Ensinar a viver é algo quase impossível. A vida muda, as pessoas também. E tem muita coisa bem mais simples que não entra na cabeça do outro, imagina ensinar a viver.