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sábado, 19 de junho de 2010

Caracoleando















É incrível como eu tenho um negócio com caracol ou coisa do tipo. Umas cobrinhas, umas firulas ou arabescos. Desde quando eu desenhava qualquer coisa no papel quando estava conversando horas ao telefone com minha BFF da época de colégio ou quando não estava prestando atenção às aulas de matemática.















Quando me proponho, depois de crescidinha, a criar alguma coisa de arte, num esquema mais abstrato, as firulinhas arabescas sempre aparecem. Aconteceu isso com o primeiro quadrinho que pintei e até pendurei nas paredes da minha casa. Agora, estou fazendo uma bandejinha para presentear minha mamys e o que veio nos meus dedos e na minha cabeça na hora de fazer um desenho? Linhas caracoladas! Adoro! :) E é altamente inconsciente.















Existe por aí algum psicólogo que possa explicar essa minha preferência?

domingo, 21 de março de 2010

Continuidade

Esta é minha nova peça de mosaico, agora feita com azulejo.

A bandejinha, minha primeira peça, foi feita com pastilhas, material bem mais duro que o azulejo. Eu estou aprendendo como trabalhar com diferentes materiais. Tô descobrindo que a gente consegue moldar mais as peças com o azulejo, porque ele é mais "mole". Mas, por isso também, ele quebra mais fácil e descasca a camadinha colorida dele.


Eu gostei mais, até agora, da pastilha. Se bem que, pensando melhor, ainda é muito cedo para se falar do que se gosta mais. Vou esperar por minhas tulipinhas em vermelho, vinho e laranja. Estou ansiosa para ver como vai ficar.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Juntando cacos

Eu tenho uma paixão que há muito tempo me acompanha. Juntar cacos. Os mais irregulares. Não importa se eles se encaixam, o importante é que eles, por mais diferentes que sejam, formem um conjunto agradável. Não importa se eles têm cores diferentes, no fim eles conseguem se ajustar. Mas eu nunca tinha realmente me envolvido com minha paixão. Era aquela coisa platônica. Eu já tinha visto um monte desses cacos, diferentes, irregulares, juntos. Vi em vários lugares. Em qualquer que fosse o lugar, se eu via os cacos, eles riam para mim. Meus olhos brilhavam para eles.

Depois de anos de admiração, resolvi que era hora de tomar iniciativa e busquei a minha paixão. Peguei-a pela mão e deixa-a movimentar-se entre meus dedos. Assim comecei meu curso de mosaico. Agora eu quebro vários cacos, nem sempre junto todos. Uns encaixam, outros não. Mas quando eles conversam, fica lindo!
Como não poderia deixar de ser, a borboleta é meu primeiro trabalho em mosaico. Aquela que me encanta, por suas cores, leveza e fragilidade. Tô louca para terminar e ver o resultado final. Mas agora, só em 2010.